O que

Áurea defende

Três eixos centrais estruturam as propostas de Áurea Carolina. A ideia de Economia pelo bem viver reforça o compromisso com o enfrentamento à pobreza e à desigualdade, por meio de mecanismos de tributação progressiva e da valorização de arranjos econômicos comunitários e solidários. A Segurança para cuidar da vida se estrutura em políticas de prevenção à violência, com foco na prática da justiça restaurativa, na atuação comunitária e desmilitarizada da polícia e em uma política de drogas orientada na perspectiva da saúde pública. O eixo Mais de nós no poder traz a importância de ocupar a política institucional com as pautas das diversas lutas populares, criando canais para que movimentos, coletivos e organizações da sociedade civil acessem esses espaços.

Segurança

para cuidar da vida

A violência chegou a níveis extremos no Brasil: atingimos taxas de homicídio maiores do que muitos países em guerra; as cadeias estão superlotadas; temos uma das polícias que mais mata e mais morre no mundo; o ódio contra mulheres, pessoas LGBT e outros grupos vulnerabilizados é cada vez mais evidente e assustador. A juventude negra e pobre é a principal vítima desse sistema, em um verdadeiro cenário de genocídio. Baseado na chamada “guerra às drogas”, na criminalização da pobreza e na repressão policial, o atual modelo de segurança pública só agrava esse quadro: além de custar muito caro aos cofres públicos, não resolve o problema da violência e ainda insiste no seu próprio fracasso, alimentando a ideia enganosa de que a solução é investir em mais armas e punição. Quebrar esse círculo vicioso é urgente.

Áurea propõe políticas sociais de prevenção à violência, com base em um modelo de segurança cidadã. A política de drogas deve ser orientada na perspectiva de saúde pública, assistência social e redução de danos. Para isso, é necessário romper com a seletividade do sistema de Justiça e enfraquecer o Estado penal, construindo alternativas que priorizem a mediação de conflitos e práticas restaurativas. A atuação da polícia deve ser comunitária e desmilitarizada, com tratamento digno para os policiais e toda a população. É fundamental também criar condições para que as pessoas possam ocupar os espaços públicos com atividades de convivência, cultura e lazer.

  • Vidas negras e periféricas importam
  • Segurança cidadã e desmilitarizada
  • Cuidado, saúde e prevenção

Mais de nós

no poder

Mulheres, juventudes, pessoas negras, LGBT, indígenas, quilombolas, trabalhadoras e moradoras das periferias, juntas, são maioria em nosso país – mas ainda somos minoria nos espaços de poder. Os retrocessos que estamos sofrendo atualmente, com a perda de direitos que conquistamos ao longo da História, escancaram como as instituições permanecem controladas por setores que fazem de tudo para preservar seus privilégios e obter vantagens usando a máquina pública. A maior parte da população não confia no sistema político nem se sente representada por ele. Além disso, os frágeis avanços nos mecanismos de participação, desde a Constituição de 1988, estão ameaçados e já se mostraram insuficientes para efetivar políticas públicas que possam reverter as desigualdades e democratizar a sociedade brasileira.

É hora de ir além da participação e da representatividade e construir junto às maiorias sociais uma real ocupação do poder. Outra política é possível, pautada na cooperação entre as lutas populares e na conexão de suas práticas autônomas com o funcionamento das instituições. De forma semelhante à experiência que vem sendo realizada na Gabinetona, na Câmara Municipal de BH, Áurea propõe a criação de mediações que permitam a movimentos, coletivos, organizações e qualquer cidadã ou cidadão acessar a política institucional. Também no Congresso seremos pessoas diversas, com trajetórias de luta e compromisso com a democracia, os direitos humanos e a justiça social.

  • Mais que representatividade
  • Mais que participação
  • Ocupar e transformar a política

Por uma política construída pelas maiorias sociais. O poder precisa ser democratizado!

Somos muitas e vamos juntas

ocupar a Câmara dos Deputados!